Instituto Gênesses

O QUE É A TERAPIA DE PRÁTICA DIRETA?

O TRABALHO DA TPD NÃO É PREDIZER OU DIRECIONAR O SEU FUTURO.
É TE MOSTRAR CLARAMENTE COMO AS SUAS ESCOLHAS E COMPORTAMENTOS O ESTÃO CONSTRUINDO.

Se você mudar as escolhas que faz e o comportamento que tem, mudará de forma direta o futuro que está construindo.

Após percorrer uma grande jornada pelo próprio caminho do próprio autoconhecimento e de uma grande virada em sua vida para fundar o Instituto Gênesses, o ponto central da questão não eram mais os números que foram durante tantos anos o foco das atenções, neste momento o ponto central de tudo eram as pessoas.

Cuidar de pessoas, ajudá-las no caminho que percorrem para a própria felicidade era o principal objetivo a se perseguir nessa nova jornada, o que começou por meio das diversas certificações terapêuticas feitas pelo próprio Rogério.

A partir da experiência adquirida e do desenvolvimento de seu trabalho, ficava cada vez mais difícil reconhecer uma única técnica em seus atendimentos, uma vez que todos os recursos disponíveis cada vez mais eram utilizados como uma grande caixa de ferramentas, disponível para qualquer pessoa quando fossem necessárias.

Os resultados tornavam-se cada vez mais marcantes e muitas vidas vinham sendo profundamente transformadas durante os atendimentos realizados, proporcionando em quem recebia este presente evolutivo, uma grande vontade de levar ao conhecimento de mais pessoas essa incrível possibilidade de encontrar um novo lugar para si mesmas no mundo, de onde pudessem ser verdadeiramente felizes, contudo, elas encontravam alguma dificuldade em associar o que receberam com outra técnica mais popularmente conhecida, tornando-se, algumas vezes, um desafio explicar o trabalho realizado com tantos benefícos em tão curto prazo.

Nascia neste exato momento a Terapia de Prática Direta, ou a nossa TPD.

É POSSÍVEL ESTAR NO COMANDO E LIDAR COM O QUE ANTES GERAVA DESESPERO?

A resposta mais direta para nosso entendimento é sim, é possível, mas vamos entendê-la um pouco melhor.

Existe um ditato comum para os adeptos da prática de mergulho recreativo, técnica na qual o Rogério tem uma certificação internacional como Mergulhador de Resgate, que diz:

“Beber meio litro de água salgada não mata ninguém, desespero mata.”

Essa frase se refere a uma possível dificuldade com o equipamento ou qualquer outra situação durante um mergulho, pois apesar de uma atividade altamente arriscada, ela possui diversas contingências para que uma pessoa possa se manter em segurança durante um possível contratempo, mas essa pessoa só poderá fazer isso caso consiga manter-se consciente e estável durante o episódio, conseguindo recorrer aos recursos existentes de forma objetiva e pragmática para, assim, estabilizar seu contexto até que tenha condições de emergir em segurança.

O mesmo conceito pode ser traduzido para a vida em todas as suas áreas, pois passar por uma situação desagradável ou desconfortável não gera sofrimento, não saber lidar com ela, gera. 

Situações indesejadas, ou apenas diferentes do que planejamos, nos serão apresentadas com grande frequência. A questão aqui não é eliminá-las, mas sim com qual nível de consciência lidamos com elas quando se apresentarem, fazendo conscientemente o que for possível para torná-las cada vez menos frequentes.

A Terapia de Prática Direta foi criada pelo Rogério ao perceber que poderia, de forma complementar, auxiliar pessoas de todos os tipos que estivessem vivenciando situações de desconforto a encontrarem e saberem utilizar de forma estruturada os recursos que possuem para lidar com o que se apresenta. 

A TPD tem por princípio acreditar fielmente na capacidade humana, portanto, não menosprezamos o potencial existente em cada pessoa para tornar sua vida um perene lugar de felicidade para si mesma.

Desta forma, qualquer pessoa neurotipicamente desenvolvida pode se beneficiar do uso da técnica, que mescla dos mais modernos conceitos terapêuticos existentes, somados à ciência por trás do funcionamento da mente humana e, ainda assim, conectada a princípios ancestrais utilizados há milênios por antigas civilizações que criaram, por exemplo, os princípios básicos da meditação e do Yoga.

Portanto, sim, é possível lidar melhor com o que um dia já causou desconforto e talvez até mesmo desespero.

Existe uma distância abismal entre “Eu não tenho a menor ideia de como fazer isso” e “Isso não é possível”.

Quando acreditamos que qualquer movimento que envolva uma mente humana tipicamente desenvolvida é impossível, partimos de um grande equívoco, portanto, para aqueles que se permitem, não é uma questão de “se”, é uma questão de “como”.

Certa vez na Índia, o Rogério conversava com um guru do Yoga e, naquele momento, debatiam saudavelmente um tema em que discordavam. Durante a conversa, se aproximou uma terceira pessoa, um escocês, que escutando uma parte da conversa disse que nenhuma das duas abordagens seria possível.

Neste momento o guru olhou para ele e calmamente observou o ambiente. Ao encontrar uma boa metáfora em uma barra de aço que sustentava o telhado, disse a ele:

“Você está vendo aquela barra de aço que sustenta o telhado?” 

Ele, o escossês, respondeu: “Sim, estou vendo.”

“Ela é bem grossa, pois precisa de muita força para dar sustentação a tamanho peso.” Continuou o Guru.

“Você conseguiria dobrá-la ao meio usando suas mãos?”

O escocês olhou para ela novamente e respondeu de forma contundente: “É claro que não, eu não tenho força para dobrar uma barra de aço como essa.”

O Guru sorriu levemente e perguntou: “E se você a levasse até uma forja, colocasse-a no fogo até que ficasse bem vermelhinha e amolecesse, colocasse em suas mãos luvas de proteção adequadas para não se queimar e se protegesse para não se machucar, assim você conseguiria?”

O escossês respondeu agitado: “dessa forma é claro que sim, se eu a amolecesse para dobrá-la, eu conseguiria facilmente.”

O Guru concluiu com um ar de tranquilidade: “Então você consegue ou não consegue dobrar essa barra? A questão não é se é possível, a questão é se você está disposto a encontrar uma forma que torne isso possível.”

Tudo é possível, se não estamos conseguindo o que desejamos, apenas não encontramos ainda o caminho que nos leva à nossa própria “forja”, aquela que pode levar todas as situações a uma condição em que poderemos, aí sim, alterá-las.

MÉTODOS UTILIZADOS PARA A PRÁTICA

As sessões de Terapia de Prática Direta serão realizadas em conversas livres e abertas, isentas de polarizações entre certos e errados por parte do Terapêuta, momento em que quem traz a sua questão poderá (e para o seu melhor benefício, deverá) se expressar de maneira honesta e clara a respeito do que realmente sente a respeito desse desconforto trazido.

Com alicerces nas diversas bases técnicas que dão origem à TPD, o terapêuta escutará atentamente o contexto elaborado na narrativa de cada questão, identificando possíveis crenças embutidas que, por desestrutura conceitual, levem a uma distorção do cenário vivenciado. O papel da Terapia será evoluir imediatamente esta percepção na tentativa de oferecer um novo ponto de vista mais consciente a respeito do contexto abordado.

Esta análise embasada em conceitos descritos por diferentes disciplinas pode ser percebida até mesmo em poucas palavras ou frases ditas pelo Cliente e leva a prática terapêutica a diversas argumentações conceituais propostas pelo terapêuta durante sua condução, o que torna a TPD uma experiência terapêutica em que há uma ativa participação do Terapêuta nas elaborações, indo muito além da escuta.

Essas argumentações conceituais não visarão, em nenhuma hipótese, impor a abordagem de uma disciplina de origem específica ou principalmente o ponto de vista do terapeuta, mas tenderão sim a mostrar de forma contundente uma nova perspectiva que possa levar diretamente a uma desconstrução dos conceitos e crenças distorcidamente instalados e que estejam causando danos. A melhor forma de derrubar crenças, é identificando-as claramente e as validando por meio de experimentações conceituais e contextuais, verídicas ou ludicamente hipotéticas, mas que permitam ao cliente perceber a frágil estrutura que sustenta o sofrimento criado.

A Terapia de Prática Direta visa alcançar grandes benefício em um curto período de tempo para qualquer pessoa neurotipicamente desenvolvida e que se permita um olhar verdadeiramente honesto para si mesma, por meio da abordagem de temas que se apresentem como grandes desafios em suas vidas.

Durante esta abordagem, será papel do terapêuta revisar os alicerces de cada crença percebida e ligada ao contexto apresentado, com base nos conceitos técnicos existentes em diversas escolas comportamentais que desenvolveram conteúdo favorável ao equilíbrio e à felicidade humana de maneira leve, perene e sustentável.

A partir de seus estudos das diversas técnicas em que se desenvolveu, como a Programação Neurolinguística, Hipnoterapia, Constelações Sistêmicas Familiares, Coaching em diversos segmentos, Meditação, Reiki, Mindfulness, entre outros, somados à sua própria experiência de vida e filosofias do Yoga e de artes marciais, Rogério pode produzir todos os treinamentos do Instituto Gênesses e, durante o exercício da Terapia de Prática Direta, ele utilizará de seus mais diversos modelos de abordagem da percepção, do entendimento e do comportamento da mente humana para auxiliar aos seus clientes no encontro de uma trilha simples, direta e objetiva rumo ao melhor resultado desejado por eles, sem com isso fazer nenhuma sugestão de escolha ou direcionamento de resultado, respeitando invariavelmente e acima de tudo, as escolhas de cada um.

O objetivo da Terapia de Prática Direta não é te dizer o que fazer, é possibilitar que você encontre, dentro de suas próprias escolhas e preferências, o mais desejado lugar de felicidade extraordinária que você merece no mundo.

QUAL A DURAÇÃO DE UM PROCESSO DE TPD?

Uma vez que estamos falando de seres humanos, de seus entendimentos lúdicos sobre o mundo e de toda a infinita variação existente no envolvimento de cada um no próprio processo, seria irresponsável determinar um período de tratamento universal, contudo, podemos dizer que no desenvolvimento das aplicações temos percebido que as pessoas começam a identificar grandes mudanças em si mesmas no período entre 3 e 9 meses de experência com a prática.

Todo o tratamento tem como base o que é trazido pelo cliente, sob uma perspectiva técnica altamente etruturada em suas bases de origem, contudo, nada acontece sem que o próprio indivíduo permita que isso ocorra.

Portanto, é fundamental que quem se permita vivenciar a TPD faça isso de maneira profundamente honesta consigo mesmo(a), envolvendo-se verdadeiramente no processo de evolução que busca, pois o terapêuta não fará a mudança por você, ele te mostrará onde residem as oportunidades, mas uma postura aberta ao entendimento de uma nova percepção do mundo será fundamental para que o processo surta efeito como desejado.

Evoluir é a mais bela construção que se pode realizar e uma negativa para isso é um crime contra a evolulção. Crimes contra a evolução são os mais graves que podemos cometer.

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TUDO QUE É BOM TEM UM INÍCIO

Esse foi o tempo que eu pude calcular entre o dia em que decidi colocar uma funcionária trabalhando no meu lugar na locadora de vídeo (antigo isso hein?) que eu era proprietário em sociedade com meu irmão, para aceitar um cargo de estagiário de telecomunicações em uma grande empresa de Tv por assinatura. Uma observação importante, eu pagava mais para a funcionária do que eu receberia como estagiário, financeiramente era uma operação negativa!

Eu já estava há quase 5 anos em uma grande videolocadora que eu e meu irmão compramos, que havia sido um divisor de águas tanto em amadurecimento quanto financeiramente, mas eu percebia que o movimento de popularização da tecnologia, bem como a pirataria exercida abertamente no Brasil, seriam inimigos poderosos em um curto pe´riodo de tempo.

Sendo assim, decidi que iria estudar um tema que me cativava desde sempre, tecnologia. Comecei assim meu curso de Telecomunicações, na esperança de conseguir um emprego nesta tão sonhada empresa, emprego que era alvo dos desejos de 7 entre 10 jovens de Belo Horizonte.

Quando recém iniciado o curso, eu decidi que seria a hora de tentar essa sonhada oportunidade, me programei para ir à sede dessa empresa levar meu currículo, que na época, com muita enrrolação para preencher espaço, completava meia página.

Coloquei a única camisa de botões que eu tinha e fui. 

Ao chegar ao local às 7 da manhã, tentando “fazer bonito” chegando cedo, encontrei apenas a portaria sendo ocupada por alguém.

Na esperança de alcançar o objetivo, perguntei como eu faria para deixar um currículo para a área de RH, quando o porteiro muito prontamente me respondeu:

“Nem precisa deixar, é bobagem, a empresa está demitindo pessoas em um corte coletivo, não vão contratar ninguém.”

Um banho de água fria, em um segundo passaram-se várias perguntas pela minha mente, uma delas era se eu havia escolhido o curso certo para melhorar a minha vida.

Insistente que sempre fui, eu disse a ele: “já que estou aqui, já coloquei a minha única camisa de botões e escrevi o meu currículo, você se importaria se eu o deixasse aqui e você entrega? Quem sabe algo muda?”

Ele aceitou com uma cara de quem não fazia muita questão de ser positivo, mas não importa a cara, ele ficou com o currículo.

Neste mesmo dia, enquanto eu fazia o meu trabalho de manutenção rotineira da locadora, o telefone (fixo)toca e quando eu atendo, era do RH dessa empresa, me perguntando se eu poderia participar de um processo de seleção coletivo, que aconteceria em 30 minutos.

Eu disse que sim, sem saber como ia ajustar tudo, mas a resposta era sim.

Liguei para o meu irmão, que estava na sua faculdade à tarde, e disse a ele que se ele pudesse estar na locadora em 15 minutos ele cuidaria por um tempo à tarde, caso não pudesse, eu fecharia a loja por algum tempo (o que nunca havia acontecido antes).

Ele chegou e eu fui fazer a entrevista. resumindo essa parte mais comum, uma grande empresa passando por uma fase de significativas dificuldades financeiras, estava demitindo funcionários antigos e de altos salários e contratando estagiários para fazer o trabalho deles, mantendo sua operação com menores custos.

Feito o processo seletivo, fui aprovado como um dos 3 contratados para aquela oportunidade.

Eu decidi que daria o meu melhor para fazer parte daquela empresa, eu realmente vi a minha carreira começando com uma grande oportunidade em uma empresa dos sonhos para a época.

Tive uma acensão meteórica. Eu já possuia algumas habilidades adquiridas como vendedor de sorvete que fui antes e como digitador, meu trabalho na locadora era basicamente atender bem aos Clientes e digitar.

Bati alguns recordes de produtividade já no primeiro mês de atuação e fui efetivado em 3 meses de estágio.

Nesta empresa permaneci por quase 10 anos. Para um cara que poderia ter desistido com a resposta do colega da portaria, durou bastante tempo em uma trajetória que teve muito sucesso, muitos dessabores, mas valeu a pena por cada aprendizado que me trouxe. Nessa jornada me formei o profissional competente que eu seria pelos próximos anos da minha vida.

Ainda por esta primeira empresa, eu fiquei 4 anos em Belo Horizonte e depois fui convidado para mudar-me para Brasília, onde morei durante 1 ano, depois fui convidado para a sede nacional em São Paulo, quando em 2008 me mudei para a capital empresarial do nosso país.

Durante essa jornada coordenei áreas operacionais de todo o Brasil, passei fases tanto no Rio de Janeiro quanto em Florianópolis e fui responsável ou co-responsável pela implantção de incontáveis projetos nacionais e internacionais. Tive alguns poucos líderes que me fizeram crescer profissionalmente de forma incalculável, aos quais sou grato até hoje.

Posso afirmar com muita clareza, que o sucesso profissional da forma que eu desejava não pode ser alcançado por lá, às vezes pelas condições naturais do cenário, outras por parte das lideranças que despriorizava uma avaliação sensata sobre os contextos, mas sobretudo, sempre por minha responsabilidade, que naquela época não sabia me posicionar mais conscientemente frente aos cenários que se apresentaram.

Para quem foi entregar um currículo de meia página com a única camisa de botões que tinha, eu cheguei mais longe do que pensei que chegaria.

Saber quando desistir é importante, pois algumas coisas nos consomem mais energia em sua busca do que valem quando as temos, mas desistir de algo que se deseja verdadeiramente ainda nos primeiros obstáculos, é um grande sinal de que podemos amadurecer, e muito, nossa própria capacidade de lidar com o mundo.

Essa experiência me serviu e serve até hoje, pois em todas as mudanças profissionais que realizei em minha vida vieram embasadas na mesma perseverança de fazer o que deve ser feito, com coragem suficiente de arriscar o que pode ser arriscado para que a vida fosse para onde eu desejava. Isso foi assim também no Instituto, um salto no escuro, para fora da zona de conforto, sem grandes certezas além de que com trabalho e consciência, tudo será passível de realização.

VAMOS ADORAR SABER SOBRE O QUE VOCÊ SE INTERESSA, CONTE PARA NÓS O QUE GOSTARIA DE ESCUTAR O ROGÉRIO FALANDO.