Instituto Gênesses

SERENIDADE, EQUILÍBRIO E FIRMEZA

Japamala Gênesses: A elevação individual

A elevação individual

Composição: Howlita, Lava vulcânica, Pedras dos 7 Chacras, Árvore da Vida, Buda, Ganesh e Tassel.

Japamala característico do Instituto Gênesses , este poderoso objeto de poder simboliza o amor do indivíduo na abertura ao recebimento por meio das 94 contas de Howlita. 7 contas de Lava lembram ao seu mestre que quando disponível ao aprendizado e à elevação, há de se preservar a firmeza, a força e a retidão de nossos atos e intenções. As 7 Pedras dos Chacras conectam todo o movimento realizado com o alinhamento dos nossos próprios Chacras, mantendo assim o equilíbrio que nos pode ser tão saudável e proveitoso.

Características:
Howlita: Pedra de vibrações altamente calmantes e capazes de elevar nossos pensamentos e sentimentos. Atua diretamente na insônia e favorece meditações e a conexão com os planos espirituais, preparando a mente para receber informações e ensinamentos de todas as naturezas.
Lava vulcânica: A pedra Lava Vulcânica, ou o “Basalto vulcânico”, carrega consigo a energia da terra e do fogo, com sua firmeza, força e vigor. Atuação na redução de stress e ansiedade.
Árvore da vida: Símbolo da genealogia, representado o reconhecimento e reverência à ancestralidade.
Buda: símbolo do despertar individual
Tassel: Elemento ligado à energia do ar, que renova e leva aquilo que já não nos serve mais.

TUDO QUE É BOM TEM UM INÍCIO

Esse foi o tempo que eu pude calcular entre o dia em que decidi colocar uma funcionária trabalhando no meu lugar na locadora de vídeo (antigo isso hein?) que eu era proprietário em sociedade com meu irmão, para aceitar um cargo de estagiário de telecomunicações em uma grande empresa de Tv por assinatura. Uma observação importante, eu pagava mais para a funcionária do que eu receberia como estagiário, financeiramente era uma operação negativa!

Eu já estava há quase 5 anos em uma grande videolocadora que eu e meu irmão compramos, que havia sido um divisor de águas tanto em amadurecimento quanto financeiramente, mas eu percebia que o movimento de popularização da tecnologia, bem como a pirataria exercida abertamente no Brasil, seriam inimigos poderosos em um curto pe´riodo de tempo.

Sendo assim, decidi que iria estudar um tema que me cativava desde sempre, tecnologia. Comecei assim meu curso de Telecomunicações, na esperança de conseguir um emprego nesta tão sonhada empresa, emprego que era alvo dos desejos de 7 entre 10 jovens de Belo Horizonte.

Quando recém iniciado o curso, eu decidi que seria a hora de tentar essa sonhada oportunidade, me programei para ir à sede dessa empresa levar meu currículo, que na época, com muita enrrolação para preencher espaço, completava meia página.

Coloquei a única camisa de botões que eu tinha e fui. 

Ao chegar ao local às 7 da manhã, tentando “fazer bonito” chegando cedo, encontrei apenas a portaria sendo ocupada por alguém.

Na esperança de alcançar o objetivo, perguntei como eu faria para deixar um currículo para a área de RH, quando o porteiro muito prontamente me respondeu:

“Nem precisa deixar, é bobagem, a empresa está demitindo pessoas em um corte coletivo, não vão contratar ninguém.”

Um banho de água fria, em um segundo passaram-se várias perguntas pela minha mente, uma delas era se eu havia escolhido o curso certo para melhorar a minha vida.

Insistente que sempre fui, eu disse a ele: “já que estou aqui, já coloquei a minha única camisa de botões e escrevi o meu currículo, você se importaria se eu o deixasse aqui e você entrega? Quem sabe algo muda?”

Ele aceitou com uma cara de quem não fazia muita questão de ser positivo, mas não importa a cara, ele ficou com o currículo.

Neste mesmo dia, enquanto eu fazia o meu trabalho de manutenção rotineira da locadora, o telefone (fixo)toca e quando eu atendo, era do RH dessa empresa, me perguntando se eu poderia participar de um processo de seleção coletivo, que aconteceria em 30 minutos.

Eu disse que sim, sem saber como ia ajustar tudo, mas a resposta era sim.

Liguei para o meu irmão, que estava na sua faculdade à tarde, e disse a ele que se ele pudesse estar na locadora em 15 minutos ele cuidaria por um tempo à tarde, caso não pudesse, eu fecharia a loja por algum tempo (o que nunca havia acontecido antes).

Ele chegou e eu fui fazer a entrevista. resumindo essa parte mais comum, uma grande empresa passando por uma fase de significativas dificuldades financeiras, estava demitindo funcionários antigos e de altos salários e contratando estagiários para fazer o trabalho deles, mantendo sua operação com menores custos.

Feito o processo seletivo, fui aprovado como um dos 3 contratados para aquela oportunidade.

Eu decidi que daria o meu melhor para fazer parte daquela empresa, eu realmente vi a minha carreira começando com uma grande oportunidade em uma empresa dos sonhos para a época.

Tive uma acensão meteórica. Eu já possuia algumas habilidades adquiridas como vendedor de sorvete que fui antes e como digitador, meu trabalho na locadora era basicamente atender bem aos Clientes e digitar.

Bati alguns recordes de produtividade já no primeiro mês de atuação e fui efetivado em 3 meses de estágio.

Nesta empresa permaneci por quase 10 anos. Para um cara que poderia ter desistido com a resposta do colega da portaria, durou bastante tempo em uma trajetória que teve muito sucesso, muitos dessabores, mas valeu a pena por cada aprendizado que me trouxe. Nessa jornada me formei o profissional competente que eu seria pelos próximos anos da minha vida.

Ainda por esta primeira empresa, eu fiquei 4 anos em Belo Horizonte e depois fui convidado para mudar-me para Brasília, onde morei durante 1 ano, depois fui convidado para a sede nacional em São Paulo, quando em 2008 me mudei para a capital empresarial do nosso país.

Durante essa jornada coordenei áreas operacionais de todo o Brasil, passei fases tanto no Rio de Janeiro quanto em Florianópolis e fui responsável ou co-responsável pela implantção de incontáveis projetos nacionais e internacionais. Tive alguns poucos líderes que me fizeram crescer profissionalmente de forma incalculável, aos quais sou grato até hoje.

Posso afirmar com muita clareza, que o sucesso profissional da forma que eu desejava não pode ser alcançado por lá, às vezes pelas condições naturais do cenário, outras por parte das lideranças que despriorizava uma avaliação sensata sobre os contextos, mas sobretudo, sempre por minha responsabilidade, que naquela época não sabia me posicionar mais conscientemente frente aos cenários que se apresentaram.

Para quem foi entregar um currículo de meia página com a única camisa de botões que tinha, eu cheguei mais longe do que pensei que chegaria.

Saber quando desistir é importante, pois algumas coisas nos consomem mais energia em sua busca do que valem quando as temos, mas desistir de algo que se deseja verdadeiramente ainda nos primeiros obstáculos, é um grande sinal de que podemos amadurecer, e muito, nossa própria capacidade de lidar com o mundo.

Essa experiência me serviu e serve até hoje, pois em todas as mudanças profissionais que realizei em minha vida vieram embasadas na mesma perseverança de fazer o que deve ser feito, com coragem suficiente de arriscar o que pode ser arriscado para que a vida fosse para onde eu desejava. Isso foi assim também no Instituto, um salto no escuro, para fora da zona de conforto, sem grandes certezas além de que com trabalho e consciência, tudo será passível de realização.

VAMOS ADORAR SABER SOBRE O QUE VOCÊ SE INTERESSA, CONTE PARA NÓS O QUE GOSTARIA DE ESCUTAR O ROGÉRIO FALANDO.